O Senador lamenta os impostos exorbitantes que são cobrados pelo governo e que não retornam para a população em forma de serviços e benfeitoria. Mário Couto ainda diz que o governo tem “jogado fora” o dinheiro dos impostos do brasileiro empregando em coisas totalmente alheios aos interesses sociais, como é o caso da Copa, que serão gastos R$ 20 bilhões apenas com construção de estádios enquanto o país continua sedento e carente de hospitais e escolas. O Senador também cita a desvalorização da maior estatal brasileira, a Petrobras perdeu R$ 345 bilhões em ações na bolsa devido dívidas (R$ 300 bilhões. Obs. Petrobras é a empresa mais endividada do mundo) e escândalos envolvendo a estatal. Continuando na citação de escândalos bilionários durante o governo de Dilma, o Senador ainda cita a desvalorização de outra estatal, a Eletrobras perdeu R$ 19 bilhões em ações além verdadeiras fortunas que Dilma manda para países comunistas todos os anos.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Senador protocola pedido de Impeachment contra Dilma Rousseff e pede “me ajude com isso Brasil!”
terça-feira, 29 de julho de 2014
A MAIOR COMPRA DOS INCONSISTENTES POLÍTICOS DO PLANETA:
Recentemente, passei VINTE E OITO DIAS NA PARAÍBA. Uma de minhas curiosidades e pesquisa, foi sobre o bolsa família. Resultado: no interior do estado, procure alguém para serviços auxiliares, mesmo que seja para ganhar o salário mínimo, não se encontra ninguém para trabalhar. O interesse é no bolsa família e outras bolsas esmolas criadas através dos maiores vigaristas políticos que o Brasil já teve em toda a sua história. Vá ao nordeste e procure alguém para jardineiro, empregado doméstico, serviços auxiliares qualquer, não encontra. Fui mais além e chega-se a seguinte conclusão: na família existem três filhos. Por cada filho, a mãe recebe 70 reais e mais um auxílio o qual é pago a mãe. Resultado: no final, a mãe recebe em torno de 300 reais, compra 3 cestas básicas e vem a pergunta, para que trabalhar?Enquanto isto, os que pagam uma das maiores cargas de impostos do planeta SE LASCAM trabalhando, uma legião dos que não trabalham vivem de papo para o ar. Quem ganha com isto? OS VIGARISTAS POLÍTICOS que são eleitos e reeleitos a cada eleição e vão se perpetuar nas regalias dos cofres públicos da nação. FORA, POLÍTICOS BANDIDOS!
segunda-feira, 28 de julho de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
quarta-feira, 16 de julho de 2014
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Chico Brito, que é alvo de militantes que exonerou ao ser denunciado no PT nacional em carta de 4 páginas
Chico ordenou as demissões após alegar ter sido vaiado em convenção que lançou como candidato do PT ao governo do Estado o ex-ministro Alexandre Padilha, de cuja campanha é um dos coordenadores. Demitidos citam o ato, no dia 15 de junho, e abordam a polêmica em uma carta ao presidente nacional Rui Falcão e ainda ao presidente estadual Emídio de Souza, em relato com riqueza de detalhes – que chamam de “fatos” – com potencial de criar forte mal estar entre petistas.
“No dia 16/6, o prefeito convocou para uma conversa em seu gabinete os funcionários: Helton Rodrigues, José Geraldo Ferreira Pereira, Ivone Bárbara, Vanessa Almeida Lima, José Reinaldo Morais. Iniciou a conversa indagando quem daquelas pessoas havia participado da convenção. Do grupo, ninguém havia participado do evento. Indagou então se tinham ficado sabendo que ele, prefeito da cidade, tinha sido vaiado. O grupo disse que não”, relata a carta, à qual o VERBOteve acesso.
“O prefeito afirmou ter sido vaiado por um longo tempo, comparou-se à presidente Dilma [Rousseff] em relação ao episódio do Itaquerão [xingamentos na abertura da Copa] e, por fim, falou que gostaria de receber uma retratação, caso contrário, ‘ele poderia endurecer as coisas’”, continua a carta. Ela relata ainda que no dia 18 de junho Chico e o deputado se encontraram em um evento público e conversaram, mas Geraldo “informou que não tinha presenciado as vaias”.
Geraldo disse, porém, segundo a carta, “que soube que alguns filiados, demitidos da prefeitura em virtude das disputas do PED [eleições do PT em 2013] (…), tentaram manifestar-se, mas foram prontamente contidos por assessores de seu gabinete”. “No dia 18/6, cerca de 25 pessoas foram exoneradas”, conclui a primeira parte. A carta tem data de 23 de junho, quando ainda outros foram avisados da demissão, apurou o VERBO, daí que o número de exonerados pode ser maior.
Adiante, a carta detalha a demissão de sete filiados, que “expressam um pouco do terror instaurado na administração petista”. ”Os fatos narrados não deixam dúvidas: o prefeito Chico Brito, demonstrando total despreparo para o exercício do poder, confunde Partido com administração pública e, utilizando arbitrariamente o cargo que o PT lhe concedeu, persegue pessoas que, usufruindo das normas partidárias, exercem livremente seu direito de escolha de candidatos.”
“Chico Brito não tem o direito de dispor dos cargos públicos para satisfazer sua vaidade pessoal. Puniu pessoas, e suas famílias, que sequer estavam presentes na convenção do dia 15/6. Além de configurar-se como uma atitude covarde, é uma prova de seu desrespeito pelos princípios que fundaram e deveriam reger o PT (…)”, diz ainda a carta, de quatro páginas. Acrescenta que “a autoridade e o respeito entre os militantes do PT são conquistas” pautadas “pelo compromisso com a ética, a honestidade e a coerência de atitudes, características que, infelizmente, o prefeito não possui”, dispara.
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